Porto de Sines

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terça-feira, 29 de julho de 2014

" BADOCA SAFARI PARK " [1 / 4]

O  " BADOCA SAFARI PARK " é um projecto inédito em Portugal, que só o Alentejo e a sua paisagem, um oásis de tranquilidade, poderiam proporcionar.

O seu fundador foi o caçador e guia profissional em Moçambique RUI QUADROS, já falecido.
Depois de várias tentativas, encontrou no Alentejo, tão belo e quase africano, as condições ideais para levar a cabo o seu projecto. Foi assim que ele se expressou num encontro que tivemos, no princípio dos anos oitenta, em Sines.

À entrada, azagaias e escudos em leque, virados para o céu, prenunciam um SAFARI.

A recepção, é porta de acesso  para observar de perto uma diversidade ímpar de animais selvagens.
ESTE ESQUELETO É MESMO VERDADEIRO!  Mede 6,5 m e pertence ao Badoca.
O Badoca foi a primeira girafa macho que chegou em 1999, daí surgiu a designação de 
"BADOCA SAFARI PARK".

Um dia auspicioso! Após a entrada no parque, deu para perambular, tirar fotos a aves exóticas e aos lémures na sua ilha.

Aqui vemos um tranquilo PAPAGAIO-ECLÉTICO [macho]. A fêmea tem o corpo todo coberto de penas azuis e vermelhas. É originário da Austrália, Bornéu, Papua-Nova Guiné.

Periquitos  Loverbirds Cara de Pêssego, Originários do sul de Angola e do Sudoeste Africano posam à distância em segurança.

GROU-COROADO-DE-PESCOÇO-CINZENTO,  

com a sua coroa, exibindo porte nobre e realeza.  

ARARAS-AZUIS-E-AMARELAS, originárias do nordeste do Brasil. São espécies protegidas.

ARARAS-VERDES-AZUIS-E-VERMELHAS, originárias da mesma região do Brasil. Espécies igualmente protegidas.

Um FLAMINGO que parece estar em reflexão total, alheio a olhares curiosos.

Um par de flamingos ainda em sono matinal desfrutando o silêncio que os rodeia.

Uma pavoa passeando, vigiando e orientando as suas duas crias.

Lémures- Primatas apenas encontrados na ilha de Madagáscar, em vias de extinção, ufanos da sua cauda longa e peluda.


[continua]



cajoco

Fotos: cajoco

16 comentários:

lis disse...

Um passeio maravilhoso hem Jorge?
adoraria um parque cheio de aves pra apreciar o dia inteiro rs as vezes penso que eles ficam meio presos mas naturalmente são bem cuidados,com espaços no seu habitat_ a natureza.
Os periquitos estão em gaiolas Jorge,nao sei se estão felizes rsrs
diga-me aí...
um abraço grande e obrigada pelo comentário _ volte sempre,ok?

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Jorgeamigo

O BADOCA é uma maravilha, já lá estive há uns anos com a minha neta e os meus quatro netos. Não passei por Moçambique, mas vivi em Angola oito anos,fui para lá como alferes miliciano, fui promovido a tenente sempre miliciano e por lá fiquei.

Estive na tropa cinco anos porque me consideravam um oficial comunista (nunca fui, mas se tivesse sido não me caíam os parentes na lama...)

O nosso terceiro filho nasceu em Luanda. Mas veio muito pequeno para cá. Felizmente não integrei o grupo dos Retornados; vim antes.

O BADOCA é uma África no meio do Alentejo. Gostei. E da tua reportagem gostei mesmo muito; os bonecos (como dizemos nos jornais) são... fabulásticos.

Na minha Travessa não pagas qualquer imposto e gostarei de te ver por lá. Obrigado antecipado.

Abç

Jorge disse...

Lis,
Isto é uma amostra de um passeio pedestre. Só algumas destas aves estão em espaços amplos vedados e arborizados. São bem cuidadas. Em determinadas horas do dia tomam banho de aspersão. Os visitantes têm acesso ao seu interior, mas condicionados ao cumprimento de algumas normas.

Jorge disse...

Amigo Antunes Ferreira,
Agradeço o teu "fabulástico" comentário.
Não me considero retornado, mas sim "debolbido", como então se pronunciava na minha terra - a cidade do Porto.
Beneficiando da isenção de imposto, tive já o prazer de comentar na tua Travessa.

Antonio Barreira disse...

Jorge
Espero, que desta vez, o meu comentário fique gravado.
O BADOCA, está bem retratado no Alentejo, onde faz recordar "o mato" que nós tão bem conhecemos, com as suas caraterísticas, a vida selvagem dos animais e a natureza propriamente dita.Como sempre, esteve oportuno em dar a conhece-lo
Toneca

Jorge disse...

António Barreira [Toneca],
Desta vez o seu comentário foi validado. OBRIGADO!!

O "nosso mato" vai ser retratado no próximo "post", que reporta o "SAFARI" propriamente dito, em que os animais convivem em liberdade com a natureza.

Majo disse...

~
~ O que eu gostei de ver a tua espantosa, bela e colorida reportagem e como está lindo o parque!

~ Na altura em que foi construído ouvi muitos artigos irónicos sobre um alentejano que pretendia fazer safaris no Alentejo.

~ ~ ~ O conho comanda a vida!

~ ~ ~ Está um sonho estupendo.

~ ~ ~ Um excelente`Agosto para ti e tua família!

~ ~ ~ ~ Abraço. ~ ~ ~ ~

Majo disse...

~
~ ~ Queria dizer--

~ ~"o sonho comanda a vida

~ ~ e sempre que um homem sonha
~ ~ o mundo pula e avança"...

~ ~ Tenho a certeza que os animais estão bem tratados
~ e vivem com o maior conforto.

~ ~ ~ ~ Dias alegres e felizes. ~ ~ ~ ~

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Belíssimo registo (e cativante) do parque...

abraço

helia disse...

Um passeio maravilhoso num parque maravilhoso !
Excelentes imagens !

Jorge disse...

Majo,
Compreendi logo o lapso. Obrigado!
Sonhos renovados aspiraçôes reforçadas, minha amiga.

Jorge disse...

Daniel C. da Silva [Lobinho],
Obrigado pelo seu comentário, sempre importante para mim.

Jorge disse...

Hélia,
Bem-vinda ao Azimute. Estou satisfeito por ter gostado. Obrigado!

vitorchuvashortstories disse...

Olá, Jorge!

Alentejo não é África, nem os animais que lá vivem de lá naturais.Mas, no fundo, isso não importará assim tanto, desde que eles lá sejam bem cuidados e se sintam bem.Bonito espaço!

Bela reportagem!

Um abraço amigo e boa semana.
Vitor

Jorge disse...

Vitor,
O Alentejo certamente não é comparável a África, aquele imenso continente . Todavia só no Alentejo se pode encontrar algo semelhante.
Os animais são alimentados adequadamente. O seu comportamento é um indicador do seu bem-estar.
Grato pelo seu amável comentário.

ॐ Shirley ॐ disse...

Que passeio agradável e lindo, Jorge. Se eu estivesse lá, ía ficar com vontade de fazer um carinho em cada animal que passasse por perto, pois, eu amo todos eles.