Porto de Sines

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sábado, 24 de janeiro de 2015

" Castelo de Elvas "

Elvas constituiu, desde a Idade Média até ao século XVIII, um ponto estratégico da defesa da zona raiana do Alto Alentejo. O perigo espreitava próximo e tinha um nome: Espanha.
O comboio tshu-tshu chegou ao Castelo de Elvas. Antes de franquearmos o portal de entrada admiramos as suas duas torres quadrangulares, a mais alta corresponde à sua torre de menagem, bem como a beleza das suas muralhas ameadas.  

Após um trecho de muralhas ameadas surge uma invulgar construção circular,  coberta por cúpula semiesférica e envolta por uma passagem estreita protegida por parapeito com largas ameias.
Já no interior do castelo admiramos novamente a beleza da sua gigantesca da torre de menagem.
Esta edificação funciona actualmente como Posto de Turismo.

Altos dignitários terão outrora partilhado estes assentos  "com pompa e circunstância".
Ao longe avistamos o Forte de Nossa Senhora da Graça, oficialmente denominado como Forte do Conde de Lippe. Em posição dominante sobre o chamado Monte da Graça.


Aguçada a curiosidade, tentamos a aproximação da imagem para ver mais em detalhe este forte que integrava a defesa da Praça-forte de Elvas e a complementava.
Utilizado no passado como prisão militar, o conjunto encontra-se em condições próximas da ruína.
Um pormenor das ameias piramidais, da guarita de vigilância, visando também homenagear a beleza da paisagística rural da região .


Fonte: Google [adaptação]

Fotos: cajoco



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Elvas / Praça da República

Em Elvas, a Praça da  República é a principal praça do centro histórico da cidade. Um local de passagem obrigatório para quem visita a cidade.
No topo da Praça da República está a Igreja da Nossa Senhora da Assunção, templo de matriz manuelina e antiga Sé de Elvas.

No largo, salienta-se a calçada portuguesa. Na ala esquerda existem vários edifícios apalaçados. 
A TORRE DE RELÓGIO E O SEU SINO.
O POSTO DE TURISMO
A CASA DA CULTURA, um local de divulgação e promoção de atividades culturais.

A Universidade Sénior,  frequentada por cerca de três centenas de alunos e duas dezenas de professores, para 21 disciplinas.

O CENTRO DE JUVENTUDE é um espaço público, destinado aos jovens e que disponibiliza o acesso à Internet de banda larga, salas de estudo e multiusos, visionamento de filmes e TV cabo em plasma, bem como toda a informação de interesse para a juventude. 
Universidade Sénior e Centro de Juventude coexistem no mesmo edifício numa salutar proximidade.
Entretanto o nosso Comboio Turístico, Tschu - Tschu, estacionado frente ao Centro de Juventude [após os 15 minutos tolerados para fotos] vai partir para mais uma etapa de glórias antigas relembradas da nossa história.




Fonte: Google [adaptação]

Fotos: cajoco

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

" Aqueduto da Amoreira " [2 / 2]

Os primeiros raios de Sol são sempre os que sabem melhor...
Elvas, tem por armas um homem a cavalo, armado duma lança na mão direita da qual pende uma bandeira com as quinas de Portugal e em roda do escudo esta legenda: " UT PUPILLAM OCULI CUSTODI NOS DOMINE" [Guardai-nos Senhor como à pupila do olho].

O Aqueduto da Amoreira é um ex-libris da cidade de Elvas. Liga o local da Amoreira à cidade de Elvas. 
 Com 8,5 quilómetros de extensão, 843 arcos com mais de cinco arcadas e torres que se elevam a 31 metros de altura, é considerado o maior aqueduto da península Ibérica.

As portas são rasgadas em 4 arcadas que se apoiam em contrafortes cilíndricos.

Um crucifixo descoberto, a ... descoberto.
Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910 e integra o sítio denominado Cidade Fronteiriça e de Guarnição de Elvas e as suas Fortificações, classificado pela UNESCO como Património Mundial desde 2012.



Fonte: Google [adaptação]

Fotos: cajoco

sábado, 20 de dezembro de 2014

"Aqueduto da Amoreira" [1 / 2]


Vista noturna do Aqueduto da Amoreira, em Elvas. 
A iluminação transmite-lhe mais brilho e  visibilidade.
Sendo alvo de admiração dos visitantes e de todos os elvenses.

cajoco

Fonte: Google [adaptação]

Fotos: cajoco


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

" OLIVENÇA " [3 / 3]

Desde 1801 Olivença é espanhola. Antes era portuguesa. Durante cinco séculos. E para um punhado de irredutíveis deve voltar a ser. 

Em Olivença, com cerca de 10.000 habitantes, vivem cerca de duzentos portugueses

Os oliventinos podem ter duas nacionalidades a espanhola e a portuguesa.


Mais de setenta ruas de Olivença têm um nome espanhol e outro português [dupla toponímia]. O guia assegurou que essas ruas eram mais conhecidas pelo antigo nome.

A designada Avenida Portugal e a Praça de Espanha são praças que ficam no seguimento uma da outra.

Têm típicas e magníficas estruturas.
Na Avenida de Portugal, salientamos os magníficos desenhos decorativos da calçada tipicamente portuguesa.
Poste de iluminação tipo,  admiravelmente colorido, existente nas duas praças.



Outra estrutura  muito vistosa e colorida.
Na Praça de Espanha notam-se também outros pormenores da calçada típica portuguesa.
"Olivença é Portugal"! 

 

Fontes: Google e Guia local

Fotos: cajoco

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

" OLIVENÇA " [2 / 3]

Em Olivença as "marcas" da Cultura e Arquitectura portuguesas estão em toda a parte.
No largo da Igreja de Santa Maria do Castelo podemos admirar o Palácio dos Duques de Cadaval, descendentes directos da Casa de Bragança.  
Pormenor do escudo dos Duques de Cadaval, encimado pela coroa de duque.

O edifício dos Paços do Concelho de Olivença, que nunca foi o palácio dos Duques de Cadaval, devendo o seu nome ao feito de que estes terão sido os "Alcaides Mayores" de Olivença.

Neste edifício deparamos com:
A Torre do Relógio.

Pormenor das armas de Portugal.

O portal manuelino radiado é do princípio do século XVI e um dos símbolos identificativos de Olivença.

Neste pormenor ampliado podemos ver o arco constituido por diferentes lóbulos, esferas armilares [símbolo das conquistas ultramarinas portuguesas], Cruz de Cristo [símbolo da Ordem de Cristo], no motivo central está  o brasão das armas portuguesas e o escudo de Olivença constituido por uma torre e uma oliveira.

Aqui foi desenhada a planta da cidade com o centro histórico urbano rodeado das muralhas,
baluartes e revelim construido após a Restauração Independência, no século XVII.
Os baluartes eram fortificações defensivas com muros até 10 metros de altura.
Destas fortificações apenas se conservam alguns lanços.

Logo seguimos para o monumento mais notável de Olivença.

A Igreja de Santa Maria Madalena, depois do Mosteiro dos Jerónimos é o melhor exemplar do estilo manuelino.
Foi mandada construir por D. Manuel I no século XVI.
É uma das obras mais notáveis em Portugal e Espanha. É um exemplo da beleza e esplendor do estilo manuelino. Na parte exterior com as falsas ameias, gárgulas e pináculos e outros elementos arquitectonicos.
No interior, além do altar-mor de estilo barroco, apresenta colunas retorcidas como o cordame de um barco e uma magnífica abóbada de cruzaria.
Cristo na Cruz
Os seus retábulos formam um conjunto barroco inesquecível.
Saliente-se ainda o seu belo órgão de tubos que parece recuperado.
O Batistério
[continua]

Fontes: Google e Guia local [adaptação]
Fotos: cajoco