Porto de Sines

Porto de Sines

quinta-feira, 12 de junho de 2014

* ESTA PRIMAVERA VAMOS ESPANTAR A CRISE *


É o mote de um passatempo inovador organizado e apoiado por diversas entidades, entre as quais a Associação do Comércio, Indústria, Serviços e Turismo do Distrito de Setúbal, Câmara Municipal de Sines e Agência Abreu, visando nesta época de crise motivar as pessoas para    fazerem as suas compras no Comércio Tradicional.


Eis alguns dos * ESPANTALHOS*,  valioso contributo  do ímpeto creativo dos comerciantes de Sines que com eles adornaram o exterior das suas lojas, motivando a população local, dando  as boas-vindas aos visitantes e afastando para bem longe a crise [ ave não tão rara quanto isso] que nos assola.

Este passatempo primaveril aproxima-se da reta final [até 21 de Junho]. Aproveitem esta bem intencionada iniciativa para visitar Sines e fazerem as suas compras no Comércio Tradicional.



Convido os amigos a manifestarem-se sobre qual dos *espantalhos* consideram  mais patusco.

Fotoautor: cajoco

terça-feira, 3 de junho de 2014

África / Moçambique [3/3]

Agora já com  fotos a cores, algumas um pouco esmaecidas.
 Moçambique

 MOCUBA 
"ONDE TODOS CAMINHOS SE CRUZAM 
E TODA A ZAMBÉZIA SE ABRAÇA"



Em Mocuba [Zambézia], na ponte sobre o rio Licungo.

África do Sul

No Charlton Centre, edifício com 50 andares e 223 metros de altura, conhecido naquele tempo como o "Topo de África", com Joanesburgo aos pés. No canto esquerdo divisa-se a silhueta da "Torre de Hillbrow". 

Europa / França


Por fim, em Paris, de licença graciosa, com o Arco do Triunfo como pano de fundo.

Ficam sempre, "boas recordações".

Adeus a todos!!

cajoco

quarta-feira, 21 de maio de 2014

África / Moçambique [2/3]

A primeira aquisição, com o meu primeiro ordenado em Lourenço Marques [Moçambique], foi um gira discos automático Grundig [um luxo acessível], que trouxe de África há 40 anos. Ainda o conservo comigo mobilando o imaginário da minha vida.

Nas horas de lazer deliciava-me ouvindo discos vinil de 33 e 45 rotações, músicas que marcaram o meu tempo em África. Era, como se pode observar, fã incondicional de Elvis Presley : It's Now or Never, King Creole, Love me Tender, etc, eram canções do Rei do Rock, então no auge da sua popularidade.
A agulha descia e começava a ouvir, no gira-discos, em toda a sua plenitude a voz de Elvis, o incontornado Rei do Rock...
Bill Haley and his comets, Cliff Richard [Congratulations...] e... Nat King Cole, com a sua voz aveludada - em Cole Español - [Cachito, Adelita, Acêrcate Más, Bodeguero, etc] também tinham a minha preferência.
As capas dos discos vinil eram autênticas obras d'arte. Hoje, tudo é digital. 


No  carro do amigo Luis Lopes, jogador de basquetebol do então Ferroviário de Lourenço Marques.

Um MG descapotável no qual o acompanhei nuns raids que fazia até Vila Luísa, povoação que ficava na margem esquerda do rio Incomati a cerca de 30 km de Lourenço Marques. Atingia velocidades incríveis, vibrava e abanava por todo o lado, parecia que ia desconjuntar-se a todo o momento.



Depois das horas de trabalho, confraternizávamos e convivíamos de forma [in]formal, como nesta ocasião, preparando-nos para apreciar uma "Laurentina" e debicar uns camarões, no Restaurante Oceania.


No copo d'água do casamento do amigo Leong - uma lenda da Caça Submarina - em Moçambique.

 A consoada de 1965 foi passada já em Vilarinho da Castanheira [Trás-os-Montes] no regresso, passados sete anos, de licença graciosa ao seio familiar. O Dr. Belarmino, depois de um cálice de vinho fino, permitiu-se até... a fumar um cigarro...

A TV de então, a prêto e branco, pontuava em local de evidência.

Tenho saudades daquele tempo, devo dizer, de volta ao passado, compreender o que eram as nossas vidas de então, nostalgia dum tempo que não se repete, um passado ainda presente...


cajoco

sexta-feira, 16 de maio de 2014

" AtracageM "



Manobras de atracagem / Com os varandins a mirar / Os rebocadores agem / O petroleiro gigante...  deixa-se levar.


 Fotautor: cajoco


segunda-feira, 5 de maio de 2014

" ESTENDAIS DA LIBERDADE "

As crianças da Escola Básica Nº3 de Sines também quiseram associar-se e participar nas Comemorações dos 40 Anos do 25 de Abril.




Daí a sua homenagem levantando no Átrio do Centro de Artes o seu " Estendal da Liberdade ".




"Fizeram-no à sua maneira"!


Fotautor: cajoco



terça-feira, 29 de abril de 2014

Exposição "Viarco - Traços para o Futuro"


Esta Exposição, que está patente no Centro de Artes de Sines até 31 de Maio, transporta-nos a tempos de outrora em que pontuavam os lápis de côr [incluindo o azul da Censura] e os lápis de papel, com a borracha sempre à mão.


 Estes marcantes registos fotográficos, devolvem-me um mundo em que vivi.












Espero que gostem desta amostra e... venham ver a Exposição.


Fotoautor: cajoco

sábado, 22 de março de 2014

" CASA DO MÉDICO DE S. RAFAEL"

A CASA DO MÉDICO de Sines foi inaugurada no dia 19 de Julho de 2008. Foi construída com base no edifício antigo de S. Rafael, que se encontrava em ruínas, recuperando-se um espaço nobre da cidade de Sines e um dos seus edifícios carismáticos cuja traça foi respeitada.

A Casa do Médico de S. Rafael é um equipamento que se destina principalmente, a alojamento dos médicos e seus familiares.
Sempre que haja lugares vagos poderão, ainda, ser alojados temporariamente não médicos.
Acessòriamente a Casa do Médico de S. Rafael destina-se, ainda, à realização de reuniões científicas e outras.
Desde logo a surpresa de existir um restaurante na Ordem dos Médicos de Sines, disponível a qualquer visitante comensal.


Fonte: Google [adaptação]
Fotos: cajoco

domingo, 9 de março de 2014

Centro BUDISTA Tibetano [4]

Em Fevereiro do corrente ano visitamos novamente o CENTRO BUDISTA TIBETANO [HUMKARA DZONG] que perpetua algumas memórias que por ali vagueiam, resistem e continuam a viver em nós, a inspirar-nos.

Logo à entrada permanece um cartaz de Boas-Vindas informativo e muito esclarecedor.


 Uma série de postes, colocados no cume da montanha, com bandeiras coloridas tremulando ao vento prenunciam a aproximação ao Santuário.

As cores amarelo, verde,vermelho, branco e azul representam a terra, a água , o fogo, o vento e o espaço, respectivamente.

Os devotos, durante as circumambulações recitam os mantras em surdina.


 O Stupa [Chorten no Tibete], recinto quadrangular, é conhecido como um Santuário, mas também como um local de peregrinação, um monumento envolto em mistcismo espiritual que ensina o caminho da libertação, está cheio de simbolismos complexos, mas representa antes de mais a sabedoria de Buda.

As decorações inicialmente previstas [4 correntes que sairão dos dos 4 vértices até ao cima do Stupa, com pequenas campaínhas, cujo som fará lembrar os quatro selos de Buda e ainda 4 portas, que virão da Índia] ainda não foi possível concretizá-las.

O Stupa, estrutura com cerca de 5 metros de altura, contem relíquias sagradas dos grandes mestres, situando-se  num local magnetizante ideal para concentrar energias positivas.

A arquitectura dos stupas budistas reveste-se de características muito próprias. O stupa consiste numa base quadrada encimada por uma cúpula coroada por um corochéu afunilado de treze anéis, uma forma de loto e um sol sustentado por uma lua crescente. Estas cinco figuras geométricas correspondem aos elementos terra,água, fogo, ar e espaço, os quais, na sua forma estilizada simbolizam o corpo e a mente de um Buda.

 Nesta mesinha são deixadas oferendas dos devotos e visitantes para serem mais tarde recolhidas.
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 Sinais  de misticismo religioso marcam presença.

 Nesta curiosa e singela casinha de apoio informativo, que tem como pano de fundo, uma esplendorosa e infinita paisagem rural de montes e vales até ao Oceano Atlântico, vendem-se também recordações que despertem a curiosididade e interesse de devotos e visitantes.

No seu interior verificamos a existência de llinhas de velas e lamparinas devocionais acesas como oferenda espiritual.


 O Moínho do Malhão [Torre Branca], um símbolo e uma marca de referência, alcandorado lá no cimo da Serra do Caldeirão.
Oferendas de maior vulto e responsabilidade poderão ser alí entregues.
A cultura budista, baseada na não violência, muda a nossa maneira de ser. Tornamo-nos mais reflexivos, menos emocionais.

As energias renováveis estão presentes e consubstanciadas neste painel solar.
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 Outros recursos naturais que neste Inverno são um valioso contributo para aquecimento do corpo e da alma.

O Snack - Bar MIRAMAR, situado no ângulo noroeste, é um ponto de referência, faz jus ao nome - dali pode avistar-se o próprio mar.


cajoco

Fonte: O BUDISMO TIBETANO - Don Farber [adaptação]
Fotos: cajoco