Porto de Sines

Porto de Sines

sábado, 20 de agosto de 2011

PAUSA

Com o Azimute orientado já para uma imperativa pausa, para    descansar e reflectir na companhia da família e dos amigos, caminhar à beira-mar e ganhar energias em Sines [meu centro de gravidade, onde moro e vivo],  


 no Litoral Alentejano [nas minhas evasões],


no Barrocal Algarvio [meu refúgio], donde das janelas de casa familiar se avista da charneca até ás torres brancas junto ao  Mar,


 na praia em Armação de Pêra [minha praia],


e ainda momentos para por a leitura em dia,


de fotografia [perscrutada pelo nosso olhar] de que vos darei conta em algumas crónicas [se é assim que se lhes pode chamar]; vivenciar assim uma multiplicidade de situações, emoções, pessoas, factos e lugares, envolvendo-nos, discretamente , com o mundo que nos rodeia...

Amigos/as!! A todos/as e a cada um/a de vós, deixo aqui o meu abraço e... até breve!!
Jorge

Fotos [cajoco]

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Moçambique... Apagando as distâncias...

...a saudade, às vezes, faz bem ao coração.

Valoriza os sentimentos, acende as esperanças e apaga as distâncias.






Fonte: email recebido

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Porto Colégio / Almeida Garrett [2]




As salas de estudo

Os alunos eram distribuídos por amplas salas de estudo de acordo com o ano que frequentavam.
Cada carteira, para dois lugares ,tinha um tampo e subjacente um espaço para os livros cadernos e material escolar. Ao lado, em baixo, havia um armário com uma prateleira e respectiva porta. Quer o tampo, quer a porta tinham duas argolas para se poderem fechar a aloquete [cadeado]. Estes acessórios de segurança eram por nossa conta.

Era nesta sala, vigiada por um perfeito, que estudávamos e púnhamos em dia os nossos deveres em silêncio, nada de basqueiro.  Quando faltava a luz, isso é que gerava grande confusão.l

Por vezes, à socapa, em vez de estudarmos lia-mos revistas de banda desenhada – Gibi, Guri –, e livros de aventuras - principalmente da Colecção Salgari. Esses livros e revistas eram às vezes confiscados pelo prefeito ou pelo director de disciplina – o Ratão –  quando aparecia sub-repticiamente na sala de estudo.

O economato

Recorríamos ao economato, duas vezes por semana, para aquisição de livros e artigos de papelaria que necessitássemos. Estes artigos eram fornecidos, mediante requisição prévia, após as aulas, durante as horas de estudo. Por vezes exagerávamos nas aquisições e daí resultava uma conta calada.
Pelo que me toca, uma vez fui chamado à Direcção, que considerou que os meus pedidos tinham excedido o razoável. Os meus pais iriam achar exagerada a despesa. Propuseram que aquela despesa poderia ser distribuída por três meses, desde que me comprometesse a ter mais contenção em despesas futuras. Assim foi acordado e cumprido. Mesmo assim o meu pai achou as contas exageradas.

Os dormitórios

Havia três dormitórios: o dos pequenos, para os do 1º 2º anos, o pavilhão – para os dos 3º,4º e 5º anos e o dos médios e grandes para os do 6º e7º anos. Eu frequentei os dois primeiros.
Todos os dormitórios eram vigiados permanentemente por um prefeito, que dormiam num quarto contíguo com porta para o interior do dormitório. Portanto nada de folestrias para não arranjar alguma estrangeirinha.
O quarto do director de disciplina era contíguo aos dormitórios dos grandes e dos pequenos; com porta de entrada para o átrio de separação dos dois dormitórios e outra porta que dava para o interior do dormitório dos pequenos.

Tomávamos banho duas vezes por semana. Levantávamo-nos às seis horas, seguindo em pijama e chinelos para os balneários, levando cada um a sua toalha de banho, sabonete e roupa interior para mudar – cuecas e camisola interior.
Alguns ficavam na cama a moinar, alegando estarem constipados, com febre, ou outra desculpa qualquer, que nem sempre era aceite pelo perfeito, sendo mesmo obrigados a ir ao banho.

A enfermaria

A enfermaria ficava no 2º piso da ala direita, do edifício, à entrada do Colégio. Tinha cerca de uma dezena de camas.
Quando  precisávamos de qualquer curativo, tratamento, recorriamos aos serviços prestados na enfermaria.
Quando qualquer aluno tinha uma doença ou doença infecciosa – sarampo, varicela, etc. – ficava nela internado. Eu, recorri a ela somente para tratamento de um ou outro arranhão. Tínhamos autorização, sempre que fosse possível, para visitar os nossos colegas na enfermaria.

A barbearia

A barbearia situava-se no 2º piso do corpo central do edifício. Funcionava depois das horas de aulas, durante as horas de estudo. Os alunos eram chamados por ordem de inscrição. O barbeiro era muito cuidadoso e educado. Por vezes tomava medidas de profilaxia para a evitar a propagação de parasitas nas nossas cabeças, desinfectando-as e cortando o cabelo mais curto se necessário. Isto chamava logo a atenção dos colegas quando o contemplado regressava à sala de estudo, sendo motivo de gozo à socapa.
Aconteceu-me isso uma vez. Assim que dei conta que o barbeiro estava a cortar-me o cabelo mais curto que o normal, não estive com demasias, levantei-me da cadeira, com o cabelo meio cortado e meio por cortar, regressei à sala de estudo assim mesmo. Aquilo foi motivo de gozo para os outros companheiros, mas não me dei por achado. Passados instantes fui chamado à direcção. Aí, o padre Adão, quis saber a razão do meu abandono prematuro da barbearia. Lá contei a minha história. Ele então disse-me: "Sabes! Tu tinhas umas sementezinhas na cabeça e o barbeiro teve que as eliminar. Agora vais lá voltar para ele acabar de te cortar o cabelo". Um pouco contrariado lá fui mas... com a condição de não mo cortar mais curto.

A rouparia

A rouparia funcionava na cave do corpo central do edifício. Lá estava guardada, em cacifos com o número de cada aluno – o meu era o 134 – a roupa interior de cada um devidamente passada a ferro e dobrada.
Alguns tinham tudo do bom e melhor, desde as camisas de popelina, até aos pijamas de popelina e flanela. Eu e outros transmontanos, limitávamo-nos às camisas e pijamas feitos nas costureiras lá da terra.

O responsável pela rouparia era o bom do Sr. Bento, homem já de meia-idade, alto e de cabelos já brancos puxados para trás com auxílio de brilhantina, como se usava na altura. Tinha toda a paciência do mundo para atender as nossas reclamações, principalmente quando queríamos determinada roupa para vestir aos domingos.
Fazia também maravilhosas bolas de trapos, que vendia por cinco coroas, para jogarmos futebol no recreio, embora fosse proibido, dando, de vez em quando, uns chutos na atmosfera. ou então acertando num vidro que os pais tinham que pagar. Motivo porque muitas vezes essas bolas eram confiscadas  pelo prefeito.

Actividades Culturais e Recreativas 

Aos sábados, no período da manhã, tinham lugar as actividades recreativas e culturais em que nós os alunos uniformizados com a farda da mocidade portuguesa – de camisa verde com o emblema da Mocidade Portuguesa, calção caqui com cinto de couro e fivela com um S de Salazar – marchávamos, desfilando.
A Mocidade Portuguesa enquadrava a juventude em idade escolar, obrigatoriamente entre os 7 e 14 anos, voluntariamente até à incorporação militar. No âmbito da MP era também organizadas paradas, acampamentos e sessões de ginástica..



 Os professores de ginástica: Major Tamegão, Prof. Edgar Tamegão e um Tenente da GNR, cujo nome não me ocorre, coordenavam e dirigiam essas actividades.

No fim íamos para a sala de cinema, ver documentários, – alguns deles de propaganda do Estado Novo - e filmes com o Bucha e o Estica, o Tarzan, os três Tarolas, de Índios e Cowboys, etc.
Havia ainda os espectáculos colectivos, de ginástica, de propaganda do 10 de Junho, Dia de Portugal no Estádio do Lima, que faziam parte da actividade regular da Mocidade Portuguesa.

Portugal era o país onde mandava Salazar e as pessoas viviam contentinhas no seu canto.

Saídas aos domingos e feriados

Os alunos internos, que não saíam com os familiares, permaneciam no colégio; os que estavam autorizados pelos pais saíam sòzinhos e os outros em passeios colectivos, acompanhados por um prefeito, passear pela cidade: visitar o Museu Soares dos Reis [único na altura] ou o Palácio de Cristal,  uma grande obra de arte que juntava pedra ferro e cristal, daí o nome que lhe foi atribuído.



Em 1950 foi demolido, para dar lugar ao Pavilhão dos Desportos na altura muito criticado e apodado de O Cogumelo. Aí podíamos andar à vontade. Passeávamos, alugávamos bicicletas e barcos no lago – principalmente as gaivotas que nos regalávamos a pedalar. 
Alguns, sempre que podiam, aproveitavam também para catrapiscar ou namoriscar.


No verão, aos Domingos, os jardins do Palácio de Cristal eram dos mais frequentados da cidade do Porto. Famílias inteiras passeavam nas suas amplas e arborizadas avenidas.

O cinema

Quando fazia mau tempo, a melhor alternativa era uma sessão de cinema, uma das coisas que mais incentivava na altura a nossa imaginação.
Cada sessão normalmente continha: Noticiário, documentários, desenhos animados e o filme [normalmente depois do primeiro intervalo].
Conseguida a devida autorização lá íamos sempre acompanhados pelo Prefeito ver filmes de aventuras e de capa e espada, na altura muito em voga e apreciados pelos cinéfilos. Os mais crescidos, no entanto, preferiam filmes de Amor e Romance.

Texto: cajoco
Fotos: Google

domingo, 17 de julho de 2011

Porto / Colégio Almeida Garrett [1]

Concluida a Instrução-primária, ainda não tinha completado dez anos, deixei Vilarinho da Castanheira, a fim de me preparar para o exame de admissão aos liceus, como aluno interno no Colégio Almeida Garrett no Porto.

Na Praça Coronel Pacheco há dois portões gémeos, um de cada lado, o da esquerda era do Colégio Almeida Garrett, para rapazes e o da direita do Liceu Carolina Michäelis, para raparigas. Os edifícios das duas instituições eram semelhantes.

Dei entrada no Colégio acompanhado pelo meu pai, sendo recebidos pelo Padre Avelino que promoveu a todas as formalidades necessárias ao processo da minha admissão. Mandou também chamar um aluno – o Farinha – que encarregou de me mostrar as instalações do Colégio.

Adaptei-me facilmente, tendo-me até despedido do meu pai um pouco à pressa preocupado com um colega que tinha acabado de chegar e estava a chorar. Eu e o Farinha lá o fomos confortar.

Em Outubro fiz o exame de admissão, no então liceu D. Manuel l, com a classificação final de 13 valores. Foi a melhor nota dos alunos do colégio. Os meus pais apareceram de surpresa, no corredor do liceu, após o exame.  Eu estava feliz, embora com um aspecto esgrouviado e com um enorme nó na gravata.

O Padre Venceslau, «O Ratão» -  director de disciplina, ofereceu-me uma corneta em barro como prémio. Eu, radiante, no recreio toquei a corneta alto e bom som. Resultado…«O Ratão» mandou-me chamar, pediu para a guardar até às férias do Natal. Nunca mais lhe pus a vista em cima.

O Colégio Almeida Garrett, com internato e externato, tinha um ideário religioso, imagem de rigor e disciplina conducentes a criar hábitos de estudo e convívio em grupo. Havia horas para tudo. O toque da sineta – a cabra, como lhe chamávamos alertava-nos para o início e o fim das actividades.

Era dirigido por cinco directores: os Padres Guimarães Dias, Adão e Avelino. O Dr. Aguiar e o Eng.º Araújo. Os dois primeiros eram ainda do tempo em que o meu pai frequentou o Colégio.

Os professores eram dos melhores - óptimos. De alguns só retive as alcunhas. Recordo alguns nomes: Manarte, Morgado e Eduardo Pinheiro – Português, Soutinho – Desenhoe Matemática, «o Laberco» – Matemática, Portocarrero – Geografia, Ramôa – Ciências Naturais, «o Bacalhau» e o «Chation» – Francês, etc.

Ainda me recordo das primeiras frases, que o professor de Francês escreveu no quadro: Noblesse oblige e Heurreur à la paresse. E do professor de Inglês: Struggle for life... 

 Não tenho memória de no Colégio haver indisciplina nas aulas ou fora delas.

Não éramos santos. Havia copianços e algumas faltas às aulas, os professores tinham as suas alcunhas, mas tudo se resumia a isso mesmo. Num momento de maior barulho na aula, uma observação ou franzir de sobrolho do professor bastava para que voltasse o silêncio.

Quando algum aluno pisava o risco era convidado, pelo professor a sair da sala de aula [neste aspecto, retenho uma frase do professor de Inglês: "mé filho fecha a porta por fora..."; depois o Director de Disciplina resolvia o assunto com um castigo adequado. Normalmente, o aluno prevaricador, ficava impedido de ir para o recreio ou em casos mais graves impedido de sair aos domingos, quer na companhia dos prefeitos ou da família.

Fora das aulas os alunos eram acompanhados em permanência pelos prefeitos -  nas salas de estudo, no refeitório, nos recreios, na capela, nos dormitórios, etc. Recordo o Taveira [muito severo] e o Sampaio e Melo - os nomes mais sonantes.

O Taveira e o Sampaio eram professores na Escola Primária do Colégio, cujo edifício ficava afastado dos pavilhões principais, ao fundo das áreas dos recreios, junto ao enorme quintal do Colégio.

A actividade diária começava às 6h30 com o toque da cabra, levantávamo-nos, lavávamo-nos, vestiamo-nos e seguiamos em forma dois a dois para a capela rezar. Daqui para a sala de estudo até às 8h15, donde seguíamos sempre em forma para o refeitório a fim de tomarmos o pequeno-almoço, seguindo-se o recreio, onde jogávamos à bola ao berlinde e aos polícias e ladrões.

Às 8h50 a incansável cabra dava por terminado o recreio, para irmos à sala de estudo buscar os livros e cadernos necessários para assistirmos às aulas que começavam às 9h00 prolongando-se até ao meio-dia, com dois intervalos de permeio.
Findo este período de aulas, seguíamos para os respectivos dormitórios, para nos arranjarmos para o almoço, indo, sempre em forma.
Durante o almoço, mantinhamo-nos em silêncio até acabarmos de comer a sopa. Então, o silêncio era interrompido pelo prefeito que em voz alta dizia: «Podem falar». Então podíamos falar à vontade até ao fim da refeição. No fim seguia-se o recreio, daqui para a sala de estudo e para as aulas que começavam às duas e terminavam às cinco.

Novamente lanche, recreio, salas de estudo, dormitórios, jantar, recreio, salas de estudo, capela, e dormitórios, terminando o dia às 21h30. Era esta a rotina diária no colégio. 


Actividades físicas e religiosas

Tínhamos várias actividades de Educação Física duas vezes por semana. Podiam ser exercícios ao ar livre, no espaço dos recreios, ou ginástica aplicada no ginásio com aparelhos: exercício nos espaldares, saltos de plinto com trampolim, subir as escadas de corda e as cordas até ao tecto e ainda os exercícios em argolas.

Por vezes, aos sábados, realizavam-se Saraus de Ginástica Aplicada em que se exibiam os melhores alunos na disciplina e o próprio Prof. Edgar Tamegão, que fechava sempre a exibição de cada exercício, precedido pelo Monterroso, Madureira e Salazar, que eram os melhores alunos em aparelhos e nos saltos em trampolim.


Havia também o Orfeão do Colégio, de que fazia parte, dirigido pelo Professor Tino, com o seu inseparável lamiré, com que assinalava o começo de qualquer canção.ou composição musical. Usava sapatos com polainitos, muito em voga naquela época.




Aos Domingos e Feriados religiosos, na parte da manhã. Assistíamos à missa na Capela do Colégio. Umas vezes celebrada pelo Padre Adão, outras pelo Padre Avelino. O sacristão era o José da Rocha Macedo, ex-seminarista, meu amigo e colega de turma.

Texto. Cajoco
Imagens Google

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O cavalo cego - para reflectir

O CAVALO CEGO

"Aprendi que o jeito mais fácil de crescer como pessoa é cercar-me de pessoas melhores que eu".


OS DOIS CAVALOS

Na estrada da minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá.

De longe parecem cavalos como os outros, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego.

Contudo o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo - um cavalo mais jovem. Isso já é para se admirar.

Se você ficar atento ouvirá um sino.
Procurando de onde vem o som, você verá que há um sino no pescoço do cavalo menor.

Assim, o cavalo cego sabe onde está o seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam o dia comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até ao estábulo.

E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo.

E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando pelo caminho certo.

Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios.

Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.

Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.

Outras vezes, somos o cavalo que guia ajudando outro a encontrar o seu caminho.

E assim são os bons amigos.
Você não precisa de vê-los, mas eles estão lá.

Por favor, ouça o meu sino.
Eu também ouvirei o seu.

Viva de maneira simples,
Ame generosamente,
Cuide com devoção,
Fale com bondade...
Pense antes de agir para se não arrepender.

e  CREIA,
deixando o resto para
DEUS.

Autor desconhecido

Fonte: e-mail recebido
Imagem Google




sexta-feira, 24 de junho de 2011

Este Senhor é que sabia



" Depois de algum tempo aprendemos a diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.

Aprendemos que amar não significa apoiar-nos e que companhia nem sempre significa segurança.
Aprendemos que beijos não são promessas.

E começamos a aceitar as derrotas com a cabeça erguida.

Aprendemos a construir a nossa estrada no hoje, porque o amanhã é incerto...

Depois de algum tempo aprendemos que o sol queima se ficarmos expostos por muito tempo.

E aprendemos que não importa o quanto nós nos importamos, algumas pessoas simplesmente não se importam...

E aprendemos que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-nos de vez em quando e precisamos perdoá-la por isso.

Aprendemos que falar pode aliviar as nossas dores emocionais.

Descobrimos que levamos anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podemos fazer coisas num instante, das quais nos podemos arrepender o resto da vida.

Aprendemos que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E O QUE IMPORTA NÃO É O QUE TEMOS NA VIDA, MAS QUEM TEMOS NA VIDA.


E os amigos são a família que nos permitiram escolher. Percebemos que as pessoas que mais amamos na vida são levadas de nós muito depressa, por isso devemos deixá-las sempre com palavras de afecto, porque pode ser a última vez que as vemos.

Descobrimos que levamos muito tempo para nos tornarmos na pessoa que queremos ser, mas que o tempo é curto.

Aprendemos que não importa onde já chegámos, mas para onde vamos, e se soubermos isso, qualquer lugar serve.

Aprendemos que, ou controlamos as nossas acções ou elas acabam a controlar-nos.

E que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, porque em todas as situações existem sempre dois lados.

Aprendemos que paciência requer muita prática.

Descobrimos que algumas vezes as pessoas de que menos esperamos são aquelas que nos estendem a mão e ajudam a levantar quando caímos.

Descobrimos que só porque alguém não nos ama da forma que nós gostaríamos, isso não significa que esse alguém não nos ame com tudo o que pode.

Aprendemos que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes temos que perdoar-nos a nós próprios.


Aprendemos que não importa em quantos pedaços o nosso coração foi partido, o mundo não pára para que o possamos consertar.

Aprendemos que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Aprendemos que somos realmente fortes.

E que a vida tem muito valor e que nós temos muito valor perante a vida!"




William Shakespeare

Imagem Google

domingo, 12 de junho de 2011

Portugal é capaz


Portugal é capaz


A NAVIGATOR é lider mundial no segmento de papel fino para escritório.

O pinhão português está a ter uma grande aceitação, devido à sua elevada qualidade, e a CECÍLIO SA  aumentou a produção em 60%.

O olival de regadio e azeite extra-virgem, plantado em FERREIRA do ALENTEJO por um português regressado a Portugal, às terras de família, já foi considerado o melhor do mundo em concurso internacional e já foi apodado de petróleo verde.

Tomate ribatejano abastece o Mundo. Mais de 90% da produção é exportada. Cento e cinquenta milhões de euros é quanto factura a indústria ligada ao tomate.


Nós somos capazes


Todos nós, e cada um em seu nível, poderemos contribuir positivamente.

Não deixe ficar mal este maravilhoso país, à beira mar plantado, conforme bem pode ver na fotografia de satélite,   acima.

E a nossa História escreve-se em várias ocasiões com maiúscula.


E-mail recebido [adaptado]

sexta-feira, 27 de maio de 2011

PORTUGAL VALE A PENA !!!


Vamos animar, amigos/as.


Eu conheço um país que...

. em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil  para a quarta a nível mundial  [80 por mil - 3 por mil],

. em 8 anos construiu o mais importante registo europeu de medula óssea, indispensável ao combate de doenças leucémicas.


Eu conheço um país que...

. é lider mundial no transplante de fígado,

.está em segundo lugar no transplante de rins.

. é lider mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais.


Eu conheço um país que...

. tem uma empresa que desenvolve software para eliminação do papel, enquanto suporte de registo clínico nos hospitais [Alert]

. tem uma das maiores empresas ibéricas na informatização das farmácias [Glint]

. inventou o primeiro anti epilético de raíz portuguesa [Bial].


Eu conheço um país que...

.é lider mundial no sector da energia renovável

. é o quarto produtor de energia eólica do mundo

. está a construir o maior plano de barragens  [dez] a nível europeu [EDP].


Eu conheço um país que...

. inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemoveis [PT].

. é lider mundial em software de de identificação [N Drive],

. tem uma empresa que corrige e detecta as falhas de sistema informático da NASA [Critical]

.tem a melhor incubadora de empresas de mundo [Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra]


Eu conheço um país que...

. calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano.

. fabrica lençois inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo 30 milhões de americanos,


Eu conheço um país que...

. é o  state of art nos moldes de plástico

. é lider mundial de tecnologia de transformadores de energia [Efacec]

. revolucionou o conceito de papel higiénico [Renova]


Eu conheço um país que...

. tem um dos melhores sistemas multibanco a nível mundial

. desenvolveu um sistema inovador de pagamento nas portagens das auto-estradas [Via Verde].


Eu conheço um país que...

. revolucionou o sector de distribuição

. ganha prémios pela construção de centros comerciais noutros países [Sonae Sierra]

. lidera destacadíssimo o sector de hard discount na Polónia [Jerónimo Martins].


Eu conheço um país que...

. fabrica fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim

. vestiu dez das selecções olímpicas que estiveram nesses Jogos

. é o maior produtor mundial de caiaques para desporto

. tem uma das melhores selecções de futebol do mundo.

. o melhor treinador do planeta [José Mourinho]

e um dos melhores jogadores [Cristiano Ronaldo]


Eu conheço um país que...

. tem um Prémio Nobel da Literatura [José Saramago]

.tem uma das mais notáveis intérpretes de Mozart [Maria João Pires]

. tem pintores e escultores reconhecidos internacionalmente [Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro]

. tem dois prémios Pritzker de arquitectura [Sisa Vieira e Souto Moura]


Este país é Portugal

Tem o que está escrito acima, mais um sol maravilhoso, uma luz deslumbrante, praias fabulosas, ótima gastronomia.





Bem-vindo a este país chamado PORTUGAL

Texto: Nicolau Santos 
Imagens da Internet