segunda-feira, 5 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Exposição "Viarco - Traços para o Futuro"
Esta Exposição, que está patente no Centro de Artes de Sines até 31 de Maio, transporta-nos a tempos de outrora em que pontuavam os lápis de côr [incluindo o azul da Censura] e os lápis de papel, com a borracha sempre à mão.
Estes marcantes registos fotográficos, devolvem-me um mundo em que vivi.
Espero que gostem desta amostra e... venham ver a Exposição.
Fotoautor: cajoco
sábado, 22 de março de 2014
" CASA DO MÉDICO DE S. RAFAEL"
A CASA DO MÉDICO de Sines foi inaugurada no dia 19 de Julho de 2008. Foi construída com base no edifício antigo de S. Rafael, que se encontrava em ruínas, recuperando-se um espaço nobre da cidade de Sines e um dos seus edifícios carismáticos cuja traça foi respeitada.
A Casa do Médico de S. Rafael é um equipamento que se destina principalmente, a alojamento dos médicos e seus familiares.
Sempre que haja lugares vagos poderão, ainda, ser alojados temporariamente não médicos.
Acessòriamente a Casa do Médico de S. Rafael destina-se, ainda, à realização de reuniões científicas e outras.
Desde logo a surpresa de existir um restaurante na Ordem dos Médicos de Sines, disponível a qualquer visitante comensal.
Fonte: Google [adaptação]
Fotos: cajoco
domingo, 9 de março de 2014
Centro BUDISTA Tibetano [4]
Em Fevereiro do corrente ano visitamos novamente o CENTRO BUDISTA TIBETANO [HUMKARA DZONG] que perpetua algumas memórias que por ali vagueiam, resistem e continuam a viver em nós, a inspirar-nos.
Logo à entrada permanece um cartaz de Boas-Vindas informativo e muito esclarecedor.
Uma série de postes, colocados no cume da montanha, com bandeiras coloridas tremulando ao vento prenunciam a aproximação ao Santuário.
As cores amarelo, verde,vermelho, branco e azul representam a terra, a água , o fogo, o vento e o espaço, respectivamente.
Os devotos, durante as circumambulações recitam os mantras em surdina.
O Stupa [Chorten no Tibete], recinto quadrangular, é conhecido como um Santuário, mas também como um local de peregrinação, um monumento
envolto em mistcismo espiritual que ensina o caminho da libertação,
está cheio de simbolismos complexos, mas representa antes de mais a
sabedoria de Buda.
As decorações inicialmente previstas [4 correntes que sairão dos dos 4 vértices até ao cima do Stupa, com pequenas campaínhas, cujo som fará lembrar os quatro selos de Buda e ainda 4 portas, que virão da Índia] ainda não foi possível concretizá-las.
O Stupa, estrutura com cerca de 5 metros de altura, contem relíquias sagradas dos grandes mestres, situando-se num local magnetizante ideal para concentrar energias positivas.
A arquitectura dos stupas budistas reveste-se de características muito próprias. O stupa consiste numa base quadrada encimada por uma cúpula coroada por um corochéu afunilado de treze anéis, uma forma de loto e um sol sustentado por uma lua crescente. Estas cinco figuras geométricas correspondem aos elementos terra,água, fogo, ar e espaço, os quais, na sua forma estilizada simbolizam o corpo e a mente de um Buda.
Nesta mesinha são deixadas oferendas dos devotos e visitantes para serem mais tarde recolhidas.
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Sinais de misticismo religioso marcam presença.
Nesta curiosa e singela casinha de apoio informativo, que tem como pano de fundo, uma esplendorosa e infinita paisagem rural de montes e vales até ao Oceano Atlântico, vendem-se também recordações que despertem a curiosididade e interesse de devotos e visitantes.
No seu interior verificamos a existência de llinhas de velas e lamparinas devocionais acesas como oferenda espiritual.
O Moínho do Malhão [Torre Branca], um símbolo e uma marca de referência, alcandorado lá no cimo da Serra do Caldeirão.
Oferendas de maior vulto e responsabilidade poderão ser alí entregues.
A cultura budista, baseada na não violência, muda a nossa maneira de ser. Tornamo-nos mais reflexivos, menos emocionais.
As energias renováveis estão presentes e consubstanciadas neste painel solar.
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Outros recursos naturais que neste Inverno são um valioso contributo para aquecimento do corpo e da alma.
O Snack - Bar MIRAMAR, situado no ângulo noroeste, é um ponto de referência, faz jus ao nome - dali pode avistar-se o próprio mar.
cajoco
Fonte: O BUDISMO TIBETANO - Don Farber [adaptação]
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
" África / Moçambique " [1/3]
África só sente quem lá esteve. O contacto com aquela gente humilde que ali vive, que quase nada tem para comer, naquela miséria envolvente, era contrastante naquela imensidão de terra que era [e é] aquele continente.
Assim, proporciono-vos uma viagem fotográfica, a preto e branco, com fotos antigas [anos 60] em Moçambique, de Sul para Norte - à memória de outros tempos - Dando conta da minha actividade profissional, procurando estabelecer uma cronologia dos acontecimentos.
Na Casa de Ferro [Monumento Histórico] situado no jardim exterior da Direcção dos Serviços Geográficos e Cadastrais de Moçambique, em Lourenço Marques, com os colegas Silva Carvalho e Pimentel.
Por entre o caniço a sul do rio Save - na zona da Manhiça.
Fazendo medições de uma base com telurómetro, no foral da Manhiça, instalando-se uma estação de telurómetro em cada um dos extremos da base.
Visita do Administrador do Concelho da Manhiça ao acampamento - um acto solene propício para uma foto.
Com o meu staff [Armando, Manuel e Fabião], então já no Gabinete de Estudos de Hidráulica da Direcção de Obras Públicas de Moçambique.
Um momento de pausa, com o hidrometrista Garcia e o auxiliar Sebastião, para uma pose no Ile, em plena Zambézia.
Idem, de Land Rover, na Zambézia, comendo uma bucha, já no mato e em plena picada. Às vezes as viaturas ficavam atascadas no matope [lama barrenta], demorávamos horas a tirá-las de lá.
O rádio e a ponto 30, sempre à mão, eram companhia indispensável.
Medições num perfil do rio Licungo [Zambézia], com o secretário Domingos e o guarda-costas Macubana.
Travessia no rio Lugela, na Zambézia, próximo da zona das plantações de chá [Chá Tacuane,Chá Lugela e Chá Madal].
Um batuque no terreiro do acampamento, junto a uma povoação, tamborilando e timbilando [Calrão, Aniceto, Severo de Almeida, Jorge e Silva... divertido].
Com o hidrometrista Aniceto, tocando timbilas [marimbas] perante o gáudio de quatro admiradores [Zangaroti, Silva, Chá Leva e Repolho].
O hidrometrista Aniceto, numa medição do caudal num perfil no rio Licungo, o barco virou e ele ficou afogado com o barco por cima. Que a sua alma descanse em paz, bem como a de outros que por lá ficaram.
Há coisas que nunca se apagam na nossa memória.
cajoco
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Vistas de Alcácer do Sal
Desta vez convido-os a viajar até Alcácer do Sal, no Litoral Alentejano, partilhar história e emoções.
Alcácer do Sal é uma das mais antigas cidades da Europa, fundada antes de 1000 a. C. pelos fenícios. Assim como as vizinhas e também fenícias Lisboa e Setúbal, fornecia sal, peixe salgado, cavalos para exportação e alimentos para os barcos que comerciavam estanho com a Cornualha.
Durante o domínio árabe foi capital da província de Al-Kassr. D. Afonso Henriques conquistou-a em 1158. Reconquistada pelos mouros, só no reinado de D. Afonso II, e com o auxílio de uma frota de cruzados a cidade foi definitivamente conquistada, tornando-se cabeça da Ordem de Santiago.
A admirável Zona Ribeirinha, marginada de casas brancas, vista da margem esquerda do rio Sado. No alto da colina pode-se ver o que resta das muralhas e das grandes torres do castelo muçulmano.
Em primeiro plano o Galeão do Sal "AMENDOEIRA" recuperado, que realiza passeios turísticos no rio Sado, para ver os golfinhos no seu habitat natural..
Acesso rodoviário do lado sul à Ponte Levadiça ou Elevatória.
Ponte Levadiça ou Elevatória vista de outro ângulo sobre o rio Sado.
Sobre a colina do Castelo, ao lado esquerdo entre duas Torres divisa-se a Pousada D. Afonso II.
A Igreja de Santa Maria do Castelo, de estilo românico-gótico do Sec. XII, no topo da colina sobranceira a Alcácer do Sal. À direita a Torre mais avançada do Castelo.
A Igreja de Santiago, com o seu exterior sóbrio, despojado e rectilínio, no meio do casario branco, próxima da zona Ribeirinha.
A Ponte Pedonal
O percurso pedonal estende-se na margem esquerda do rio.
A Ponte Ferroviária de Alcácer do Sal, também conhecida por Ponte de Alcácer ou Ponte de Alcácer do Sal, é uma infraestrutura ferroviária da Linha do Sul que cruza o rio Sado junto à localidade de Alcácer do Sal, em Portugal
Entre as planícies que ladeiam o rio dominam extensos arrozais.
Fonte: Google [Adaptação]
Fotos: cajoco
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
" TERMINAL XXI "
O Porto de Sines é o maior porto de Portugal. Continua a bater recordes de mercadorias.
No 1º
semestre de 2013 o Terminal de Contentores de Sines - Terminal XXI,
regista um impressionante aumento de 62% face a período homólogo de
2012, ultrapassando os 422 mil TEU [Twenty-foot Equivalent Unit] acumulados.
A MSC - Mediterranean Shipping Company, representa mais de um quarto do mercado da CP Carga e a totalidade dos transportes de e para o Porto de Sines.
A MSC passou ainda a fazer 15 escalas semanais no Terminal XXI, oferecendo às empresas localizadas no Porto de Sines ligações diretas aos principais mercados de exportação e importação, com grandes poupanças de tempo de trânsito.
Fonte: Porto de Sines/revista [adaptação]
Fotos: cajoco
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