Porto de Sines

Porto de Sines

terça-feira, 29 de março de 2011

O NORTE


Vá lá um pouquinho de vaidade merecida!...
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O Norte é mais Português que Portugal. As minhotas são as raparigas mais bonitas do País. O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela. As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram.


Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde-branca. Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se branco ao olhar. Até o granito das casas.


Mais verdades.


No Norte a comida é melhor.


O vinho é melhor.


O serviço é melhor.


Os preços são mais baixos.


Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia


Estas são as verdades do Norte de Portugal.


Mas há uma verdade maior.


É que só o Norte existe. O Sul não existe.
As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, etcaetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta.


Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.


No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se identifica como sulista?


No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.


Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país.


Não haja enganos.


Não falam do Norte para separá-lo de Portugal.


Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.


Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal.


Mas o Norte é onde Portugal começa.


Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo.


Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte.
Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa.
Mais ou menos peninsular, ou insular.


É esta a verdade.
Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte. Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.


No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa.


O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.

O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. Tem esse defeito e essa verdade.
Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.


O Norte é feminino.
O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.


As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.


Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas.


São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente.
Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial.


O Norte é a nossa verdade.


Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.
Depois percebi.


Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é o "O Norte".


Defendem o "Norte" em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.


No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.


O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os- Montes, se é litoral ou interior, português ou galego? Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.


O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm e dizer "Portugal" e "Portugueses". No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como "Norte". Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros. Porque é que não é assim que nos chamamos todos?




Escrito por Miguel Esteves Cardoso

Imagem Google

segunda-feira, 21 de março de 2011

OLÁ AMIGOS/AS !!!


Afinal não foi uma PAUSA, foi sim um hiato demasiado longo, cujo motivo faz parte dos imponderáveis da vida em que a recordação dos bons momentos é abafada pelos maus.

É preciso estarmos atentos aos sinais que a vida [a prazo incerto] nos dá. Um deles é de que preciso estar com os meus AMIGOS/AS, ganhar forças e apoiar-me na partilha com ELES/AS.
Faltam-me os vossos conselhos, as vossas impressões, os vossos comentários, bem como a vossa presença com palavras sinceras e sobretudo alentadoras.

Os últimos três meses têm sido muito densos. As crises são inevitáveis, acompanham as nossas vidas, fazem parte do nosso processo evolutivo e do nosso crescimento individual.

É difícil carregar em silêncio o fardo de situações dolorosas. Mesmo assim procuro adaptar-me às circunstâncias, prestando atenção e cuidando de quem precisa. É isso que me liberta e dá sentido à vida.

Procurei, assim, resguardar-me por um tempos.

Aqui estou procurando satisfazer, na medida do possível, a curiosidade e legítima preocupação dos meus AMIGOS/AS e corresponder à sua amizade. 

Tentarei reatar e manter, conforme puder, este elo de ligação e partilha com os meus AMIGOS/AS. TODOS/AS têm algo em comum: são INDISPENSÁVEIS!!!

Obrigado a todos/as !!!
Um abraço para todos/as !!!
Tenham uma Boa Semana !!!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Anjo de Timor / PAUSA

O Anjo de Timor é um conto sobre a noite em que nasceu Jesus.


Há muitos, muitos anos, em Timor, vivia um liurai muito poderoso e muito bom. Na sua juventude, resolveu ir correr mundo, para se tornar mais sábio.

Foi viajando de barco, de ilha em ilha, até chegar a uma terra distante. Ali, um dia, conheceu um mercador vindo de muito longe, dos países do lado do poente, e que também ele andava há longos anos em viagem.

Esse mercador contou-lhe que, na sua viagem, tinha ouvido contar que, ainda muito mais longe, para além das montanhas, oceanos e dos imensos desertos de areia, vivia um povo que adorava um Deus único e todo-poderoso, criador de todas as coisas e do próprio homem. Acredita que o seu Deus, um dia, descerá à Terra para salvar todos os homens.

- Quero ir ao país onde mora esse povo - disse o timorense. - Quero ouvir mais notícias do Deus que um dia descerá dos céus e viverá entre nós.

- Ai, é impossível - respondeu o mercador. - Esse país fica tão longe que, mesmo se viajasses a tua vida inteira, não conseguirias lá chegar.

E assim ficaram falando toda a noite, mas, no dia seguinte, o mercador partiu de barco para a sua terra. Quando o barco desapareceu ao longe, o liurai pensou:

- Já vi tantos lugares e tantos povos, mas não posso encontrar o povo que adora o Deus único, porque, memsmo que viajasse a vida inteira, não conseguiria lá chegar. Por isso, de que me serve viajar mais?

E voltou para a sua terra.

Foi uma viagem longa, comprida e difícil. Quando chegou à sua casa era alta noite e já todos dormiam. Estava tão cansado que, mal entrou, adormeceu estendido no chão. E enquanto dormia, ouviu em sonhos uma voz que lhe disse que esperasse, esperasse sempre, pois um dia, a meio da noite, Deus lhe mandaria um sinal.

Na manhã seguinte, a família do liurai recebeu-o com grande alegria, porque a viagem durara anos e anos, e já ninguém sabia se ele era vivo ou morto. Os seus pais mandaram chamar parentes e amigos e nessa tarde todos cantaram e dançaram para festejar o seu regresso. mas quando todos partiram e os que moravam com ele adormeceram, o liurai foi-se sentar à porta da sua casa, à espera do sinal de Deus. Ali ficou, mudo e atento, e só depois do meio da noite foi dormir.

Daí em diante, foi sempre assim. Durante o dia, o liurai encontrava-se com os seus amigos e parentes e presidia à vida e aos trabalhos da população. Era um chefe amado e respeitado, porque era bom, justo e sábio.

Mas à noite, quando todos tinham adormecido, sentava-se de novo sozinho, à porta da sua casa, à espera de um sinal de Deus. Escutava os barulhos da noite, o suspiro do vento nas árvores, a voz do mar ao longe, respirava os perfumes da noite - cheiro da terra, aroma das flores, aroma do sândalo, cheiro distante do mar. Olhava sem fim o brilho das estrelas.

À medida que os anos passaram, ia envelhecendo, mas todas as noites se sentava à entrada da sua casa, à espera do sinal de Deus. Pousava sempre ao seu lado a pequena caixa de sândalo, que tinha lá dentro as pedrinhas com as quais na sua infância jogava o hana-caleic.

E, de vez em quando, abria pequenas poças na terra e, como na sua infância, brincava com as pedras do caleic.


Mas às vezes tinha medo da noite e sentia-se sozinho, como se Deus não o estivesse a ver. Então dizia:

- Meu Deus, não me abandones. Vê-me

E numa noite assim, quando ele se sentia tão cansado e tão só, mais uma vez levantou a cabeça e olhou para as estrelas. Então viu levantar-se do Oriente uma grande estrela claríssima e luminosa que, muito devagar, atravessava o céu.

E o universo inteiro ficou mudo e atento. De súbito, uma voz altíssima cantou:

- Glória a Deus nas alturas e paz na Terra aos homens de boa vontade.

E o liurai viu na sua frente um jovem todo vestido de luz. E reconheceu que ele era o mensageiro de Deus, porque na sua cara brilhava uma alegria imensa.

E o jovem disse:

- Alegra-te, liurai, porque o Deus que tanto tens esperado se fez homem e desceu hoje à terra. É uma criança recém-nascida e está deitado num curral de animais, em cima de um molho de palha. mas todos os anjos lhe cantam louvor e em breve chegarão os pastores para o adorar. E dentro de poucos dias chegarão os três reis magos do Oriente, que vêm seguindo a estrela. Eles, de joelhos, adorarão o Menino e cada um lhe há-de oferecer um presente. Gaspar traz uma caixa com oiro, Melchior uma caixa com mirra e Baltasar uma caixa com incenso.

- Quero ir com eles, exclamou o chefe timorense.

- É impossível. Belém fica tão longe que, nem que caminhasses a tua vida inteira, lá chegarias.

- Então tu, anjo, que és mais rápido que o pensamento, leva a meu presente ao Menino. É uma caixa de sândalo que tem lá dentro as pedras com que eu brincava ao caleic quando era pequeno.

- Foste tu o único que te lembraste de Lhe mandar um brinquedo. Quando os reis chegarem - respondeu o anjo -, eu estarei com eles e poisarei a tua caixa em frente ao Menino!

Mal o anjo desapareceu, o liurai encostou-se a um pilar da sua casa e adormeceu na paz do Senhor.

A partir de então, sempre que se celebra o Natal, o anjo de Timor ajoelha-se ao lado dos reis magos, em frente ao presépio que há no céu, e oferece ao Menino o presente do velho liurai.

Este Natal, o anjo de Timor ajoelhou-se e disse:

- Menino Deus, Príncipe da Paz, Deus Todo-Poderoso, lembra-te do povo de Timor que por ti foi confiado à minha guarda. Senhor, escuta as suas preces, vê o seu sofrimento. Libertai-os do seu cativeiro, dai-lhes a paz, a justiça, a liberdade e a plenitude da Vossa graça. Glória a ti, Senhor!

Um liurai é um rei, chefe, timorense.

E tu, que em tantas coisas és rei, também terás a tua oportunidade perante o Menino. Tens muitos dias e noites, uma grande viagem para treinares.

Que este Natal seja para ti um nascimento de vida e paz no teu coração.


Timor já saiu do cativeiro, mas ainda falta muito tempo para que a paz, a justiça, a liberdade e a plenitude da Graça de Deus se manifestem em toda a sua. Glória.


PAUSA: Por motivos pessoais, apelando à vossa tolerância e amizade, permito-me fazer uma PAUSA a fim de respirar Ar, Sol e Caminhar mais um pouco à Beira Mar, procurar um reequilíbrio nas oscilações da vida,  encontrar-me comigo próprio e com a minha Família.

REENCONTRAR-NOS-EMOS tão breve quanto possível. BEM HAJAM!!

Imagem da Internet
Texto Sophia Mello Breyner

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O Célebre Azulejo de Toledo


ESTE É O CÉLEBRE AZULEJO DE TOLEDO



Para que não tenham dúvidas... Esta é a sua tradução para português:

A SOCIEDADE É ASSIM:

O POBRE TRABALHA

O RICO EXPLORA-O

O SOLDADO DEFENDE OS DOIS

O CONTRIBUINTE PAGA PELOS TRÊS

O VAGABUNDO DESCANSA PELOS QUATRO

O BÊBADO BEBE PELOS CINCO

O BANQUEIRO "ESFOLA" OS SEIS

O ADVOGADO ENGANA OS SETE

O MÉDICO MATA OS OITO

O COVEIRO ENTERRA OS NOVE

O POLÍTICO VIVE DOS DEZ

By e-mail

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Made in Portugal

NÃO ESQUECER


560


Vale a pena pensar nisto... e agir em conformidade.

Sejam amigos de vós próprios


O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egypt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France ) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic ), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China ).

Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapore) e um relógio de bolso (Made in Switzerland).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA ) na sua torradeira
(Made in Germany ) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain ), pegou na máquina de calcular (Made in Korea ) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand ) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India ), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel ), entrou no carro Saab (Made in Sweden ) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland ) e, após comer uma pizza (Made in Italy ), o Zé decidiu relaxar por uns instantes.

Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonesia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

Estima-se que se cada português consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria postos de trabalho.


Pode ser que isto acorde alguém.

Dê preferência aos produtos de fabrico Português. Se não sabe quais são, verifique no código de barras.


Todos os produtos produzidos em Portugal começam por 560 ........

Fontes: Google imagens e e-mail

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O QUE SE COME NUMA SEMANA

O que se come numa semana, OU O QUE SE PODE COMER?


Muito interessante o comparativo. Vejam o tamanho da família, a dieta alimentar de cada país, a disponibilidade de alimentos e a despesa com comida, numa semana.

1 - Alemanha: Família Melander de Bargteheide.

Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares



2 - Estados Unidos da América: Família Revis da Carolina do Norte

Despesa com alimentação em 1 semana: $341.98 dolares



3 - Italia: Família Manzo da Secília

Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros / $260.11 dolares



4 - México: Família Casales de Cuernavaca

Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares



5 - Polónia: Família Sobczynscy de Konstancin-Jeziorna

Despesa com alimentação em 1 semana: 582.48 Zlotys / $151.27 dólares



6 - Egito: Família Ahmed do Cairo

Despesa com alimentação em 1 semana: 387.85 Egyptian Pounds / $68.53 dólares



7 - Equador: Família Ayme de Tingo

Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55 dólares



8 - Butão: Família Namgay da vila de Shingkhey

Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93 ngultrum / $5.03 dólares



9 - Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing

Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares



Dá que pensar! REFLITAMOS UM POUCO

Fonte: E-mail recebido

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Vila do Bispo - Homenagem aos seus agricultores

Num pequeno passeio [cá dentro] no Barlavento Algarvio chamou-me logo atenção, numa rotunda de acesso à vila, um monumento fálico "sui generis" simbolizando uma espiga de trigo.


Trata-se obra de Mário Miranda dedicada aos agricultores de Vila do Bispo, que foi durante séculos considerada o "CELEIRO DO ALGARVE", com o melhor trigo e a maior produção, sobre as suas colinas ventosas e levemente onduladas.
Recordando um tempo em que o povo chamava aos campos de trigo "campos de pão", esta rotunda, mais que uma marca de identidade perdida, representa uma era que teimamos deixar para trás caídos como somos nos modernismos e das importações.

São porventura do escultor os versos gravados na placa evocativa desta homenagem.


...Uma tarde!... O céu d' Agosto era alado...
... de um arco-íris...  e mais...
... ondulava a forte brisa... na seara...
... um homem ceifava no chão
o trigo já maduro...
...que um dia há-de ser pão...

Mário Miranda
[escultor]

Os campos estão cada vez mais abandonados, fazendo cada  mais com que seja estrangeira a farinha do pão que comemos.

Daí  oportunidade  da frase do Papa Bento XVI sobre a actual  "crise económica":
"PARECE-ME UMA BOA ALTURA PARA QUE SE VOLTE A VALORIZAR A AGRICULTURA".

terça-feira, 9 de novembro de 2010

S. B. Messines - Duas boas ideias...

A verdade é só uma: infelizmente são os remediados e pobres que pagam a crise e que nada fizeram, que a provocasse... A pobreza está a aumentar em Portugal...

Assim, em tempo de crise, todas as medidas que possam contribuir para auxílio aos mais necessitados não são demais.



A Junta de Freguesia de S. Bartolomeu de Messines, no Barlavento [Oeste] algarvio, conjuntamente com a Cruz Vermelha Portuguesa tomaram a inicitativa louvável de colocar contentores para quem , num gesto de solidariedade, queira depositar roupa, calçado e brinquedos usados. Os bens são canalizados para Cruz Vermelha Portuguesa para distribuição pelos mais carenciados. 

Sendo ainda de salientar a medida acrescida da proibição de deitar lixo fora dos contentores que os moradores daquela vila acolheram e respeitaram com louvável civismo. 

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O EEEEEEEEEECOOOOOOOO DA VIDA (((((IMPERDÍVEL)))))

Filho e  pai caminhavam nas montanhas. De repente o filho magoa-se e grita "Aaaaaahhhhhhhhh!!!!!"
Para seu espanto ouve uma voz vinda da montanha: "Aaaaaahhhhhhhhh!!!!!"

Com curiosidade o menino pergunta: "Quem está aí??"
Recebe uma resposta: "Quem está aí??"

Zangado com a resposta: "Cobarde!"
E recebe como resposta: "Cobarde!"

O menino olha para o seu pai e pergunta-lhe:
"Que é que se passa?"
O pai sorri e diz-lhe:

"Filho, presta atenção"
E o pai grita para a montanha: "Admiro-te!"
E a voz responde: "Admiro-te!"

Novamente o homem grita: "És um campeão!"
E a voz responde-lhe: "És um campeão!"

O menino estava admirado mas não entendia.

Então o pai explica-lhe:


As pessoas chamam-lhe eco, mas na realidade é a vida!

Devolve tudo o que dizes ou fazes.
A nossa vida é simplesmente um reflexo das nossas acções.

Se desejas amor no mundo, cria amor à tua volta.

Se desejas felicidade faz felizes os que te rodeiam.

Se desejas um sorriso na alma, dá um sorriso á alma dos que conheces.

Esta relação aplica-se a todos os aspectos da vida.
A vida dar-te-á de regresso, exactamente aquilo que tu lhe deste.

A tua vida não é uma coincidência, é um reflexo de ti.


Fonte: E-mail recebido

sábado, 30 de outubro de 2010

Os 11 hotéis mais estranhos e originais do mundo

1. Hotel flutuante, Suécia
Neste hotel os hóspedes podem trabalhar e conviver de uma forma muito interessante, desfrutar de comida e bebida, e dormir ao som das ondas.



2. Sand Hotel, Inglaterra
O primeiro hotel do mundo de areia na praia de Weymouth, em Dorset.



3. Hoteis de selva, México
Quartos de hotel com um cofre escondido na selva, está localizado perto da aldeia de Jelapa, México.



4. Ice Hotel no Canadá. Apenas hotel de gelo e neve.



5. Capsule Hotel, no Japão
Moderno hotel onde o quarto está limitado ao tamanho de um bloco plástico com tempo suficiente para dormir.



6. Hoteis no bunker para sobrevivência, Holanda
Este hotel está num bunker ancorado num canal em Amsterdão.



7. Hoteis na caverna, Turquia
Oferece uma atmosfera fantástica e absolutamente exótica.



8. Air Hotel, Suécia
Agora pode-se passar a noite dormindo e a voar.



9. Hotel em madeira, Índia
Refúgio na selva que oferece uma experiência de vida maravilhosa.



10. Hoteis em prisão, na Alemanha
A antiga prisão transformada num hotel que fornece aos seus hóspedes a experiência da prisão, mas que se pode fugir quando quiser.



11. Underwater Hotel, Fiji
O primeiro hotel subaquático do mundo está localizado numa ilha particular em Fiji. Este hotel oferece uma aventura com acomodações de luxo.


Fonte: Internet